Meu sábado e domingo foram horríveis. Passei o dia deitada, sem comer, sem tomar banho, sem fazer nada! Eca, meu cabelo estava encaracolado até!
Segunda feira acordei sem ânimo nenhum para ir a escola. Tomei um banho super demorado, fiz escova na minha franja, passei uma maquiagem leve pra tampar aquelas olheiras de quem não dorme faz 10 noites. Exagerada? Eu? Só um pouco. Mas eu passei quase a noite toda pensando, isso é verdade. Tente me entender, tenho 12 anos, perdi meu melhor amigo, que está junto comigo faz oito anos. Perdi também o amor da minha vida, que por sinal é esse meu melhor amigo. Estava um caco. Sentia-me culpada de sei lá, ter deixado ele me beijar, de nunca ter percebido as intenções dele antes. Mas fazer o que? Não podia fazer mais nada. Ele não tinha me passado nem o número do novo celular dele. Percebi que teria que tocar minha vida, com ou sem o Andy, e neste caso, Sem o Andy.
Comi um pote de cereal, forçada pela minha mãe, que sempre me fala que eu estava muito magra. Olhei para o relógio e estava em cima da hora. Mamãe me levou no carro novo dela, que era muito lindo. Papai o deu para ela no dia das mães, porque eu estava dura!
Chegando na escola, nem liguei muito para as pessoas que me cumprimentavam. Estava super anti-social e de saco cheio de todo mundo. Fui para meu armário pegar meus livros.
Estava olhando para o chão, sem nem prestar muita atenção no corredor cheio de pessoas que falavam muito alto.
Por ironia do destino, trombei com a Kate. Ela me olhou e disse ríspida:
- Olha por onde anda, sua besta.
Segurei-me para não gritar, mas já estava gritando:
- Besta é a mulher que te coloco no mundo, sua vadia.
Kate deu um passo para trás, pois até ela já tinha percebido que a qualquer momento eu iria voar no pescoço dela.
- Nossa, está toda nervosinha porque seu namoradinho foi embora sem te dar tchau ou porque eu estou ficando com o Tommy?- respondeu Kate com uma cara de nojo.
Não sei da onde surgiu toda essa raiva, de certo era a raiva que eu estava acumulando faz tempo, misturado com a ausência do Andy e mais aquela maquiagem barata da Kate. Só sei que eu me joguei pra cima dela, com minhas unhas vermelhas posicionadas como se fossem garras. Sabia que todo mundo estava olhando, mas ninguém iria ser louco o suficiente para me parar, quer dizer, eu imaginei isso, porque quando eu estava quase chegando no rosto daquela piranha, alguém segurou minha cintura, me colocou no chão e me segurou com força. Era o irmão do meio do Andy. Eu nunca falei com ele, até porque ele ta no segundo ano do ensino médio. Mas ele era alto, forte e popular.
Sentia raiva dele também, mas a raiva passou quando ele me disse bem alto, para todo mundo ouvir, assim:
- Vamos embora! Você deve ter demorado tanto para fazer essas suas unhas e você não vai querer quebrá-las na cara de uma cadela qualquer, vai?
Eu ri escandalosamente alto. Vi Tommy vindo em nossa direção, mas alguém o segurou. Lógico! Ele não seria louco de encostar a mão em nenhum menino do ensino médio, ainda mais se esse menino fosse o Rick.
Percebi que meu gatinho de prata estava tão quente quanto brasas, e tratei de tirá-lo do meu pescoço, o mais rápido possível, antes que queimasse meu uniforme.
Acompanhei o irmão de Andy até o final do corredor. Quando não tinha mais ninguém por perto, ele parou, olhou para mim e falou:
- O que está acontecendo Anne?
Eu queria chorar, mas iria borrar minha base para olheiras, então abaixei a cabeça, e fiquei ali, olhando para o tênis maneiro do Rick.
Acalmei-me, não muito, mas o suficiente para dizer:
- Estou bem Ok?
Saí andando sem rumo e não quis olhar para trás.
- Anne!- Rick gritou, mas fingi não ouvir e continuei andando.
De repente, senti uma mão me segurando. Levei um susto, mas por um momento fiquei pensando em como poderia Rick ser tão gostoso, forte e machão enquanto o Di era magrelinho e meio sem sal? Olhei para trás, jogando meu cabelo liso para fazer um charminho e olhei fixamente para os olhos verdes escuros de Rick.
- O que foi Rick?- falei
- Promete que você vai me procurar depois?
- Posso pensar no seu caso!
- A, qual é?- Ele estava com uma carinha de safado com dor de dente, que eu não resisti. Dei um beijo em seu rosto e disse:
- Me procura você!
E sai, mas dessa vez sozinha e rebolando.
Não me sentia mal, me sentia toda boa. Tá, eu não tinha mais amigos de verdade, mas quem se importa? Um gostosão do 2º ano estava me procurando, sabe-lá-eu o porque, mas tava!
O sinal bateu e fui para sala. Kate estava na porta da sala, junto com aquelas barangas que havia levado na minha festa. TODOS me olhavam. Me senti mais toda boa e sem amigos ainda. Era feliz e triste ao mesmo tempo.
Passei por elas, rezando para bater um vento para meu cabelo voar e para elas sentirem meu perfume da Carolina Herrera. Não ventou mas fingi que ventava e entrei de nariz em pé. Os nerds da sala estavam jogando forca, mas eles não me olharam feio, apenas não me olharam!
Sentei-me na primeira cadeira e me larguei lá. O professor de história chegou e ficou lá, falando da guerra fria. O coisa chata! Sorte que eu nem prestei atenção em nada. Estava triste e confusa. Todas minhas amizades eram falsas. As pessoas só queriam estar comigo porque eu sou inteligente e popular. Parecia que minha vida inteira foi como um castelo de areia e que veio uma Tsuname e destruiu tudo e para piorar ainda me trouxe um peixinho bem lindo.
Porque eu fiquei tão mexida com ele? Ta, o Rick é um gato, mas eu amo o irmão dele, não ele. Ouvi uma voz em minha cabeça, e ela dizia:
- Deixa de ser idiota, você só acha o cara bonito.
Quis acreditar naquela voz e esquecer de tudo. Jesus, como eu sou imatura, ele é só um rostinho bonito e tem tudo para ser meu amigo.
O sinal bateu e eu precisava ir ao banheiro. Saí da sala junto com uns estranhos que tem medo de mim. Estava me sentindo bem melhor! Nada que um bom barraco para acalmar os nervos, pensei.
O banheiro estava vazio. Fiz meu xixi, passei meu gloss da Victoria Secret e arrumei meu cabelo. Eu estava linda, mesmo com aquelas olheiras enormes, levemente disfarçadas com a base. Percebi que eu estava com fome, mas só poderia comer uma maça, pois estava de dieta. Chocolate, pensei, era disso que eu precisava. Se dane o regime, eu vou comer chocolate!
Saí do banheiro com os olhos brilhantes, pensando no meu futuro chocolate e quase morri de susto quando, ao sair do banheiro, ouvi uma voz quase que na minha orelha:
- Pensei que você tinha se afogado.
Adivinha quem era? O Rick, em carne e músculos!
-Não sabia que tinha tempo certo para ficar no banheiro. – respondi bem irônica
- E não tem mesmo - respondeu ele incrédulo. Percebi que ele comia uma trufa de brigadeiro, e ele também percebeu que eu a comia com os olhos. Então ele disse num tom de deboche:
- Servida gata?
- Perdi a vontade - e tinha perdido mesmo.
- PARA com isso! Ta que você tem 12 anos, mas parecia ser bem mais madura!
- Tire satisfações com seu irmão, ele que me deixou assim – falei indignada.
- Meu irmão é um idiota – disse ele séria.
- Não fale assim dele!- Eu estava ficando muito nervosa.
- Mas ele é mesmo! Falando nisto, foi ele quem te deu isso? – ele tirou do bolso um colar. Mas como pode? Como ele pegou meu colar?
- Devolva isso. – peguei de sua mão e percebi que o gatinho não brilhava mais, estava opaco. Acho que precisava ser limpo. Percebi que era hora deu sair dali.
- Tchau Rick, to indo.
- Calma, tenho que te falar uma coisa.
- Pois não?
- Eu sei que meu irmão foi um canalha em deixar uma menina linda aqui, chorando por ele, mas eu sei que posso te ajudar a esquecer ele. Para começar eu posso te contar o porque ele foi embora...
Eu tremi. Sentia que sabia menos do que merecia saber.
-Duas coisas: Primeiro, não to afim de você! Segundo, você vai me contar tudo!
Ele começou a ir de uma maneira tão sexy e filhadap***.
-Conversamos depois da aula?
- Sem dúvidas!- respondi meio sem entender nada!
As 3 ultimas aulas passaram incrivelmente rápidas, levando em conta que eram de matemática. Eu estava ansiosa, porque não sabia o que me aguardava. Também aconteceu uma coisa bem estranha. Meu colar parecia escurecer cada vez mais e quando eu o coloquei em meu pescoço não senti mais aquela calmaria na minha alma, como antes. Pensamentos ruins tomaram minha mente. Sabia que aquele gato era bem estranho, mas pensei ser coisa da minha cabeça o fato do gato trazer tais sentimentos. Entre o sim e o não, tirei o colar e me senti melhor e com mais raiva do Andy!
O professor finalizou a aula e deixou que nós saíssemos antes do sinal bater. Meu coração parecia que sairia pela boca a qualquer momento. Sabia que Rick já estaria me esperando em seu carro. Juro que não sei como, mas ele parece saber cada passo que eu dou!
Dito e feito, ele já me aguardava em seu Honda preto, maravilhoso, no portão da escola!
Ele estava sorrindo com uma RayBain no rosto.
- Vamos?- ele disse
- Para onde?- hesitei
- Você verá - disse ele ligando o carro.
domingo, 10 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Bitch Day

Your masochist's love made me tired,
Your weak sex made me crazier.
When you came, with your bad breath
I said “ It’s enough “
Now, I’m dancing “like a virgin”
Yes, I’m being a bitch.
Britney called me, and invited me to her party
I’ll shake my ass, because I don’t want to remember your face.
I’ll give all my love for another guys,
And I’ll have crazy nights of sex
Because, I’m free.
When my cellphone plays “Single Ladies”
I’ll be sure, now I’m a “DIVA”
I’ll shake my ass on Britney’s party
I won’t care. I need all those bodies
To indulge me.
So, when I found other guy,
And he ask “Marry me? “
I ‘ll say : “ I want to shake my ass one more time “
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Capítulo 2- Conseqüências
Resolvi continuar postando o livro
Capítulo 2- Conseqüências
Depois que a gente saiu do closet, tudo mudou. Logo após a vaca da Kate bater na porta, eu e Di saímos normalmente, mas ele não sentou perto de mim. Ele parecia nervoso. Alguma coisa o incomodava. Passados uns 15 minutos, ele anunciou que precisava ir embora. Poxa, ir embora antes do parabéns? Falei para ele nervosa pra ele. Mas ele apenas falou que ele precisava ir, e foi. No dia seguinte, nem nos falamos direito, porque era domingo, e segunda eu tinha prova de matemática. Mas aí, segunda feira nada dele na rua. Nem terça, nem quarta nem quinta. Resolvi ir a casa dele. Tio Ron estava no portão vendo o movimento das árvores, que por incrível que pareça eram em mais quantidade do que os carros e bicicletas.
- Olá tio, o Di ta aí?- falei meio apreensiva
- Você não está sabendo?- responde ele espantado – Di foi para Ohio!
- COMO ASSIM?- explodi
- Calma minha filha, espere aqui, tenho algo para te entregar.
Ronny se virou e entrou em sua casa, que por sinal era meio estranha, com todas aquelas árvores sem folha e gatos. Eu não sabia se ria, se chorava ou se sentava na calçada. Esperava que do nada, Di pulasse atrás de mim e falasse:
- Enganei a boba!
Mas não, ele não saiu de lugar algum.
Tio Ron apareceu na porta de sua casa e me chamou. Aproximei-me meio abalada e ele falou:
- Olha, eu sinto muito. Eu sei o quanto você e meu filho são amigos, mas espero que entenda. Ele deve ter tido bons motivos para não te falar isso ao vivo.
Ron estendeu suas mãos e me deu um envelope e uma caixinha preta. Peguei aquilo pasma, e já ia começar a ler, mas Tio Ron me pediu para ler só quando chegasse em casa. Foi um conselho muito sábio, pois ele sabia que eu iria desabar em choro.
Fui correndo para minha casa. Entrei sem nem falar oi para mamãe que estava na cozinha. Corri para meu quarto, me tranquei lá, deitei em minha cama para ler aquela carta.
Reconheci que era do Andy mesmo, pois era sua caligrafia aquela. Não acreditei no que meus olhos estavam lendo.
Querida Anne,
Primeiramente quero me desculpar pela falta de hombridade minha em não te falar tudo isso ao vivo, mas espero que você me entenda. Estou me mudando para Ohio hoje. Vou estudar em uma escola de padrão britânico, o que via me ajudar muito no aprendizado. Parece que papai não era tão bom professor assim. HaHaHa
Não tente me entender, muito menos se achar culpada pelo que aconteceu no closet. Estou indo embora, mas vou voltar. Estou fazendo isso pela gente meu anjo, pela nossa amizade.
Eu te amo muito, mas do que você possa imaginar.
Do seu Di.
P.s: Estou mandando também um colar. Quero que você nunca o tire! Ele vai te proteger sempre que você precisar. Ele guarda um segredo, mas você só vai descobrir quando você realmente precisar de mim.
Reli a carta umas três vezes. Meus olhos não queriam acreditar no que eu estava lendo. Deitei-me na cama e chorei! Era um choro angustiante. Não sabia o que fazer. Era a primeira vez que eu estava sem o Andy do meu lado. Sentia-me sem chão algum. Peguei meu celular e tentei ligar para ele, mas só caia naquela merda de caixa postal. É, ele não estava mesmo aqui na cidade.
Já tinha passado uns 30 minutos e eu não conseguia conter meu choro. Foi aí que me lembrei do colar que ele havia me mandado. Abri a caixinha preta de veludo, sentindo minha veia do pescoço saltar. Dentro dela havia um pingente grande de prata ou ouro branco. Era pesado e tinha um formato de gato. Lógico, gatos! Eles sempre me faziam lembrar do Andy, pois ele tinha uns 20 em sua casa. O pingente pesava uns 200 gramas. Parecia que dentro dele tinha uma pedra até. Quer dizer, pedra não tinha, porque ele era todo maciço. Junto ao colocar, tinha uma corrente também prateada, que serviu certinho no meu pescoço. É, eu sei, era meio brega aquele gatinho. Mas parece que quando o coloquei em meu pescoço, minha alma pareceu mais serena do que nunca. Percebi que atrás do gato tinha uma escrita, com a caligrafia do Di, mas não entendi o que significava. Estas três letras, J.P.S.! Fiquei pensando o que poderia significar, mas nada veio na minha cabeça.
Fiquei olhando para o teto, tentando não pensar em nada. Minha cabeça estava sem pensamentos. Mas aí cai na real explodi de raiva. COMO ASSIM? Ele me beija num dia, e depois some no outro, meu melhor amigo, e também meu primeiro amor. Quer dizer, tinha o Tommy, mas eu só queria ficar com ele, e ele tava com a Kate agora. Foi aí que percebi que não chorava só por ele ter ido. Chorava também porque ele partiu meu coração. Ele me beijou e nem me falou se foi bom. Estava sozinha pela primeira vez na vida e me sentia realmente mal.
Adormeci com o gosto salgado das lágrimas em meu rosto. Acordei no meio da noite, com muita dor de cabeça, e com um estranho frio. Era verão e lá na cidade o frio passa longe! Era aquele pingente idiota que estava gelado como gelo. Não o tirei, mas tratei de colocar um agasalho para ficar mais quentinha e tentei dormir de novo. Na verdade, essa noite eu não dormi direito. Toda hora eu acordava e ficava ali, pensando. Me sentia uma louca, uma ridícula e uma mal amada.
Capítulo 2- Conseqüências
Depois que a gente saiu do closet, tudo mudou. Logo após a vaca da Kate bater na porta, eu e Di saímos normalmente, mas ele não sentou perto de mim. Ele parecia nervoso. Alguma coisa o incomodava. Passados uns 15 minutos, ele anunciou que precisava ir embora. Poxa, ir embora antes do parabéns? Falei para ele nervosa pra ele. Mas ele apenas falou que ele precisava ir, e foi. No dia seguinte, nem nos falamos direito, porque era domingo, e segunda eu tinha prova de matemática. Mas aí, segunda feira nada dele na rua. Nem terça, nem quarta nem quinta. Resolvi ir a casa dele. Tio Ron estava no portão vendo o movimento das árvores, que por incrível que pareça eram em mais quantidade do que os carros e bicicletas.
- Olá tio, o Di ta aí?- falei meio apreensiva
- Você não está sabendo?- responde ele espantado – Di foi para Ohio!
- COMO ASSIM?- explodi
- Calma minha filha, espere aqui, tenho algo para te entregar.
Ronny se virou e entrou em sua casa, que por sinal era meio estranha, com todas aquelas árvores sem folha e gatos. Eu não sabia se ria, se chorava ou se sentava na calçada. Esperava que do nada, Di pulasse atrás de mim e falasse:
- Enganei a boba!
Mas não, ele não saiu de lugar algum.
Tio Ron apareceu na porta de sua casa e me chamou. Aproximei-me meio abalada e ele falou:
- Olha, eu sinto muito. Eu sei o quanto você e meu filho são amigos, mas espero que entenda. Ele deve ter tido bons motivos para não te falar isso ao vivo.
Ron estendeu suas mãos e me deu um envelope e uma caixinha preta. Peguei aquilo pasma, e já ia começar a ler, mas Tio Ron me pediu para ler só quando chegasse em casa. Foi um conselho muito sábio, pois ele sabia que eu iria desabar em choro.
Fui correndo para minha casa. Entrei sem nem falar oi para mamãe que estava na cozinha. Corri para meu quarto, me tranquei lá, deitei em minha cama para ler aquela carta.
Reconheci que era do Andy mesmo, pois era sua caligrafia aquela. Não acreditei no que meus olhos estavam lendo.
Querida Anne,
Primeiramente quero me desculpar pela falta de hombridade minha em não te falar tudo isso ao vivo, mas espero que você me entenda. Estou me mudando para Ohio hoje. Vou estudar em uma escola de padrão britânico, o que via me ajudar muito no aprendizado. Parece que papai não era tão bom professor assim. HaHaHa
Não tente me entender, muito menos se achar culpada pelo que aconteceu no closet. Estou indo embora, mas vou voltar. Estou fazendo isso pela gente meu anjo, pela nossa amizade.
Eu te amo muito, mas do que você possa imaginar.
Do seu Di.
P.s: Estou mandando também um colar. Quero que você nunca o tire! Ele vai te proteger sempre que você precisar. Ele guarda um segredo, mas você só vai descobrir quando você realmente precisar de mim.
Reli a carta umas três vezes. Meus olhos não queriam acreditar no que eu estava lendo. Deitei-me na cama e chorei! Era um choro angustiante. Não sabia o que fazer. Era a primeira vez que eu estava sem o Andy do meu lado. Sentia-me sem chão algum. Peguei meu celular e tentei ligar para ele, mas só caia naquela merda de caixa postal. É, ele não estava mesmo aqui na cidade.
Já tinha passado uns 30 minutos e eu não conseguia conter meu choro. Foi aí que me lembrei do colar que ele havia me mandado. Abri a caixinha preta de veludo, sentindo minha veia do pescoço saltar. Dentro dela havia um pingente grande de prata ou ouro branco. Era pesado e tinha um formato de gato. Lógico, gatos! Eles sempre me faziam lembrar do Andy, pois ele tinha uns 20 em sua casa. O pingente pesava uns 200 gramas. Parecia que dentro dele tinha uma pedra até. Quer dizer, pedra não tinha, porque ele era todo maciço. Junto ao colocar, tinha uma corrente também prateada, que serviu certinho no meu pescoço. É, eu sei, era meio brega aquele gatinho. Mas parece que quando o coloquei em meu pescoço, minha alma pareceu mais serena do que nunca. Percebi que atrás do gato tinha uma escrita, com a caligrafia do Di, mas não entendi o que significava. Estas três letras, J.P.S.! Fiquei pensando o que poderia significar, mas nada veio na minha cabeça.
Fiquei olhando para o teto, tentando não pensar em nada. Minha cabeça estava sem pensamentos. Mas aí cai na real explodi de raiva. COMO ASSIM? Ele me beija num dia, e depois some no outro, meu melhor amigo, e também meu primeiro amor. Quer dizer, tinha o Tommy, mas eu só queria ficar com ele, e ele tava com a Kate agora. Foi aí que percebi que não chorava só por ele ter ido. Chorava também porque ele partiu meu coração. Ele me beijou e nem me falou se foi bom. Estava sozinha pela primeira vez na vida e me sentia realmente mal.
Adormeci com o gosto salgado das lágrimas em meu rosto. Acordei no meio da noite, com muita dor de cabeça, e com um estranho frio. Era verão e lá na cidade o frio passa longe! Era aquele pingente idiota que estava gelado como gelo. Não o tirei, mas tratei de colocar um agasalho para ficar mais quentinha e tentei dormir de novo. Na verdade, essa noite eu não dormi direito. Toda hora eu acordava e ficava ali, pensando. Me sentia uma louca, uma ridícula e uma mal amada.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Minha vida por um beijo
Gente, vo colocar um capitulo do otro livro que eu escrevi!
espero que gostem! *_*
Capítulo 1- De amigo para Amor
Não hesitei. Cortei meus pulsos e depois disso não me lembro de mais nada além do meu sangue pintando de vermelho os azulejos de mármore, que passaram de gelados para um quentinho gostoso.
Eu sei, você não está entendendo nada! Deixe-me apresentar primeiro. Chamo-me Anne, mas todos me chamam de Ne. Tenho 16 anos e sou uma loira de parar o trânsito. Não que eu seja vulgar, mas sei chamar bastante atenção. Estudo na melhor, e única, escola da cidade, a E.E.D.B. - Escola Estadual Dom Bosco. Moro numa cidadezinha no interior de Ohio. Nós daqui do Green Village nos orgulhamos da nossa incrível população de mil e quinhentos habitantes. Como toda cidade pequena, todos conheciam todos. Comigo não era diferente, principalmente as pessoas dos 13 a 21 anos, até porque, todo mundo dessa idade ou queria ficar comigo, ou queria ser meu amigo.
Porque estou desmaiada agora? Calma, vou começar do começo. Tudo começou em 95, eu tinha 3 anos e não, não me lembro como, mas eu ganhei um amigo assim, do nada. Depois de alguns anos, mamãe me contou da onde meu amiguinho tinha surgido. Segundo ela, meu amigo Andy, seu pai e seus dois irmãos, vieram da Europa, logo após a misteriosa morte de Cindy, mãe de Andy.
Andy, que era 2 anos mais velho que eu, não era aquele menino que você abaixa os óculos para ver melhor, mas também não era lá de se jogar fora. Tinha olhos verdes esmeralda, tinha traços delicados e expressivos, cabelos extremamente pretos e lisos, o que dava mais destaque a sua cor branca, característica dos Europeus. Di, como eu o chamo, morava em uma casa grande, a três quadras da minha casa. Seu jeito era o que me encantava. Ele era totalmente oposto a mim. Ele era calmo, na dele, não que ele fosse covarde, mas ele só não era tão barraqueiro como eu. Confesso que eu achava super divertido quando ele colocava aqueles brutamontes do bairro no chão, sempre que um deles me chamava de gostosa.
Éramos carne e unha. Crescemos com uma amizade muito bonita e mútua. Colocaria minha mão no fogo por ele, de olhos fechados até. Andy não estudava na escola, pois seu pai preferia ensinar em casa mesmo. Ronny, ou tio Ron para mim, era muito simpático, mas também era muito conservador. Ele fazia projetos para uma faculdade na Irlanda e acredite, ele ganha uma nota.
Todo dia, lá pras sete horas da noite, eu e Di sempre nos encontrávamos na rua e ficávamos até nossas gargantas ficarem roucas, de tanto que falávamos. Para mim era ótimo. De manhã ia a escola, de tarde estudava e de noite via meu melhor amigo.
A nossa amizade começou a mudar quando completei 12 anos. Minha festa foi perfeita, tirando o fato deu estar sem um dente, pois a dentista jurou que eu tinha um dente a mais na boca, então uma semana antes do meu aniversário, fui eu, linda e formosa arrancar um dente. Ele nem aparecia, porque era lá no fundo da boca, mas os pontos sangravam as vezes.
Estava eu, Di, umas amigas da escola e uns gatos da oitava série. Aproveitamos a desatenção dos adultos e subimos para meu quarto, que era no segundo andar, para brincar de sete minutos no paraíso. Eu estava louca para perder meu BV com o gato do Tommy, que era o mais bonito de todos da escola. Então, depois da roda formada, o jogo começou. Fui no meio da roda e girei a garrafa, que rodou, rodou, rodou e quando parou indicou que a Kate iria para o closet , passar sete minutos com MEU Tom. Ela é minha amiga e tudo mais, mas todo mundo sabe que ela é uma vaca e é óbvio que ela iria dar altos amassos com meu pretendente. Fiquei irritada, mas tentei não transparecer isso. Acompanhei o casal até o meu closet e disse um irônico “Divirta-se”.
Aproveitei a deixa e fui ao banheiro retocar a maquiagem e aproveitei para fazer um gargarejo com Listerine, porque meus pontos estavam sangrando de novo, droga. Depois de me recauchutar, voltei para roda, e no mesmo momento a porta do closet se abriu e de lá saiu aquela vaca, arrumando o cabelo e meu EX gato, sorrindo safadamente para os amigos dele. Mais do que depressa, fui rodar a garrafa de novo, pensando em mil maldições que poderia rogar para Kate. Rodei com gosto a garrafa, e voltei para meu lugar correndo. Para minha surpresa a próxima a ir para o closet era eu, com ninguém menos que Di.
- Boa! – ouvi Kate falar rindo com as suas amiguinhas que não eram minhas convidadas.
Olhei para a cara dela com nojo, levantei, dei a mão para meu melhor amigo e entrei no closet. Para mim isso era a coisa mais normal do mundo. Andy era como se fosse meu amigo gay. Já estivemos trancados em lugares menores e até com menos roupas, mas nunca rolou nada, nem mesmo pintou uma vontade. O que para mim parecia normal era um tanto quanto constrangedor para Di e ficou um clima estranho no ar. Então resolvi falar:
- Qual é Di, ta querendo me beijar é? – eu disse rindo
Andy sorri e me falou:
- E se eu estivesse?
- Você? NUNCA! Você é meu irmãozinho Di- falei segurando o riso
Di não disse nada. Apenas se aproximou, tirou o cabelo do meu rosto e segurou minha cabeça. Jurei que ele ia me agarrar, mas não, ele apenas ficou a alguns centímetros da minha boca e ficou ali parado. Foi então que perdi meu Bv.
Tá, eu não sou atirada, mas tava o maior clima, e aconteceu.
Assim que nós demos o primeiro beijo, Andy apertou minha cintura, como se estivesse levado um susto ou estava muito no clima, se é que você me entende! Talvez fosse aquele gosto horrível de sangue que tava na minha boca. Foi tudo tão rápido e inesperado que nem fiquei pensando muito nisso. Eu apenas beijei, e que beijos. Andy parecia extasiado com tudo, pois começou a me segurar de um jeito carinhoso, mas forte. Tava tudo tão gostoso que eu perdi a noção do tempo completamente. Noção na qual recuperei quando alguém bateu na porta e disse:
- Sete minutos pombinhos!
Era Kate. Olhei para o Di e falei:
- Me lembra de bater nela amanha!
espero que gostem! *_*
Capítulo 1- De amigo para Amor
Não hesitei. Cortei meus pulsos e depois disso não me lembro de mais nada além do meu sangue pintando de vermelho os azulejos de mármore, que passaram de gelados para um quentinho gostoso.
Eu sei, você não está entendendo nada! Deixe-me apresentar primeiro. Chamo-me Anne, mas todos me chamam de Ne. Tenho 16 anos e sou uma loira de parar o trânsito. Não que eu seja vulgar, mas sei chamar bastante atenção. Estudo na melhor, e única, escola da cidade, a E.E.D.B. - Escola Estadual Dom Bosco. Moro numa cidadezinha no interior de Ohio. Nós daqui do Green Village nos orgulhamos da nossa incrível população de mil e quinhentos habitantes. Como toda cidade pequena, todos conheciam todos. Comigo não era diferente, principalmente as pessoas dos 13 a 21 anos, até porque, todo mundo dessa idade ou queria ficar comigo, ou queria ser meu amigo.
Porque estou desmaiada agora? Calma, vou começar do começo. Tudo começou em 95, eu tinha 3 anos e não, não me lembro como, mas eu ganhei um amigo assim, do nada. Depois de alguns anos, mamãe me contou da onde meu amiguinho tinha surgido. Segundo ela, meu amigo Andy, seu pai e seus dois irmãos, vieram da Europa, logo após a misteriosa morte de Cindy, mãe de Andy.
Andy, que era 2 anos mais velho que eu, não era aquele menino que você abaixa os óculos para ver melhor, mas também não era lá de se jogar fora. Tinha olhos verdes esmeralda, tinha traços delicados e expressivos, cabelos extremamente pretos e lisos, o que dava mais destaque a sua cor branca, característica dos Europeus. Di, como eu o chamo, morava em uma casa grande, a três quadras da minha casa. Seu jeito era o que me encantava. Ele era totalmente oposto a mim. Ele era calmo, na dele, não que ele fosse covarde, mas ele só não era tão barraqueiro como eu. Confesso que eu achava super divertido quando ele colocava aqueles brutamontes do bairro no chão, sempre que um deles me chamava de gostosa.
Éramos carne e unha. Crescemos com uma amizade muito bonita e mútua. Colocaria minha mão no fogo por ele, de olhos fechados até. Andy não estudava na escola, pois seu pai preferia ensinar em casa mesmo. Ronny, ou tio Ron para mim, era muito simpático, mas também era muito conservador. Ele fazia projetos para uma faculdade na Irlanda e acredite, ele ganha uma nota.
Todo dia, lá pras sete horas da noite, eu e Di sempre nos encontrávamos na rua e ficávamos até nossas gargantas ficarem roucas, de tanto que falávamos. Para mim era ótimo. De manhã ia a escola, de tarde estudava e de noite via meu melhor amigo.
A nossa amizade começou a mudar quando completei 12 anos. Minha festa foi perfeita, tirando o fato deu estar sem um dente, pois a dentista jurou que eu tinha um dente a mais na boca, então uma semana antes do meu aniversário, fui eu, linda e formosa arrancar um dente. Ele nem aparecia, porque era lá no fundo da boca, mas os pontos sangravam as vezes.
Estava eu, Di, umas amigas da escola e uns gatos da oitava série. Aproveitamos a desatenção dos adultos e subimos para meu quarto, que era no segundo andar, para brincar de sete minutos no paraíso. Eu estava louca para perder meu BV com o gato do Tommy, que era o mais bonito de todos da escola. Então, depois da roda formada, o jogo começou. Fui no meio da roda e girei a garrafa, que rodou, rodou, rodou e quando parou indicou que a Kate iria para o closet , passar sete minutos com MEU Tom. Ela é minha amiga e tudo mais, mas todo mundo sabe que ela é uma vaca e é óbvio que ela iria dar altos amassos com meu pretendente. Fiquei irritada, mas tentei não transparecer isso. Acompanhei o casal até o meu closet e disse um irônico “Divirta-se”.
Aproveitei a deixa e fui ao banheiro retocar a maquiagem e aproveitei para fazer um gargarejo com Listerine, porque meus pontos estavam sangrando de novo, droga. Depois de me recauchutar, voltei para roda, e no mesmo momento a porta do closet se abriu e de lá saiu aquela vaca, arrumando o cabelo e meu EX gato, sorrindo safadamente para os amigos dele. Mais do que depressa, fui rodar a garrafa de novo, pensando em mil maldições que poderia rogar para Kate. Rodei com gosto a garrafa, e voltei para meu lugar correndo. Para minha surpresa a próxima a ir para o closet era eu, com ninguém menos que Di.
- Boa! – ouvi Kate falar rindo com as suas amiguinhas que não eram minhas convidadas.
Olhei para a cara dela com nojo, levantei, dei a mão para meu melhor amigo e entrei no closet. Para mim isso era a coisa mais normal do mundo. Andy era como se fosse meu amigo gay. Já estivemos trancados em lugares menores e até com menos roupas, mas nunca rolou nada, nem mesmo pintou uma vontade. O que para mim parecia normal era um tanto quanto constrangedor para Di e ficou um clima estranho no ar. Então resolvi falar:
- Qual é Di, ta querendo me beijar é? – eu disse rindo
Andy sorri e me falou:
- E se eu estivesse?
- Você? NUNCA! Você é meu irmãozinho Di- falei segurando o riso
Di não disse nada. Apenas se aproximou, tirou o cabelo do meu rosto e segurou minha cabeça. Jurei que ele ia me agarrar, mas não, ele apenas ficou a alguns centímetros da minha boca e ficou ali parado. Foi então que perdi meu Bv.
Tá, eu não sou atirada, mas tava o maior clima, e aconteceu.
Assim que nós demos o primeiro beijo, Andy apertou minha cintura, como se estivesse levado um susto ou estava muito no clima, se é que você me entende! Talvez fosse aquele gosto horrível de sangue que tava na minha boca. Foi tudo tão rápido e inesperado que nem fiquei pensando muito nisso. Eu apenas beijei, e que beijos. Andy parecia extasiado com tudo, pois começou a me segurar de um jeito carinhoso, mas forte. Tava tudo tão gostoso que eu perdi a noção do tempo completamente. Noção na qual recuperei quando alguém bateu na porta e disse:
- Sete minutos pombinhos!
Era Kate. Olhei para o Di e falei:
- Me lembra de bater nela amanha!
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
A grande Estréia!

Nós fazemos nossos caminhos, mas não sabemos disso, porque cada vez mais caímos em emboscadas que nós mesmos criamos. É hora de começar o show, vamos nos entreter. Rir da desgraça dos outros nos ajudam um pouco a inibir a nossa própria. Que feio não? E não adianta você dizer “ Desculpa? “ porque você sabe que não vai ter valor. E nem pense em chorar, você fica tão feia chorando. Seus defeitos não são tão melhores que os meus. Apenas sai de perto. Vamos começar o show logo?
Sua imagem nunca foi arruinada, agora não somos mais nós, agora sou eu, e apenas eu, você realmente precisa entender que agora algumas portas estão fechando para você. E o seu show, acabou, o palco é meu agora! Agora é hora de ir minha querida, o seu show foi bom demais, mas acabou! Os holofotes estão em mim, e não tente me tirar do Top 10. Não me preocupo com seu caminho, pois já não caminhamos juntos, agora é cada um por si, mas como o idiota de sempre, preservarei sua imagem, “protegi seu nome por amor”, mas agora é hora de ir querida, minha estrada não é mais a mesma que a sua.
Diga adeus de uma vez, desprenda desse vício maldito que um dia chamamos de NÓS , e cuidado, porque fazemos nossos caminhos, mas não sabemos disso! Porém próxima emboscada sou eu quem vai preparar. Take care!
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Dia comum
voar para longe , para qualquer lugar
pensar em ti , pensar em te encontrar
o sol adormece
as horas passam
o tempo a parar...
conseguir o quero , acontecer o que espero
um sonho a realizar
realizar em você
se não chegar a enlouquecer
pirar de vez, ficar sem te ver
mas eu vou conseguir...
em um dia comum , sem medo algum
eu irei te ter.
Correr para longe, para qualquer lugar
olhar pro horizonte, tentar imaginar
você ao meu lado
tudo o que eu faço
só para te ver feliz...
Sentir teu abraço,
me jogar nos seus braços,
só penso em você...
um amor mais sincero,
ser tua pra sempre,
livre para acontecer,
pro resto da vida , impossível de se esquecer.
É o amor que eu espero
o sonho que eu quero
mas vou conseguir
em um dia comum, sem medo algum
eu irei te ter!
por Danilo Rainha e Nayara Salgado
pensar em ti , pensar em te encontrar
o sol adormece
as horas passam
o tempo a parar...
conseguir o quero , acontecer o que espero
um sonho a realizar
realizar em você
se não chegar a enlouquecer
pirar de vez, ficar sem te ver
mas eu vou conseguir...
em um dia comum , sem medo algum
eu irei te ter.
Correr para longe, para qualquer lugar
olhar pro horizonte, tentar imaginar
você ao meu lado
tudo o que eu faço
só para te ver feliz...
Sentir teu abraço,
me jogar nos seus braços,
só penso em você...
um amor mais sincero,
ser tua pra sempre,
livre para acontecer,
pro resto da vida , impossível de se esquecer.
É o amor que eu espero
o sonho que eu quero
mas vou conseguir
em um dia comum, sem medo algum
eu irei te ter!
por Danilo Rainha e Nayara Salgado
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Paraíso

e é quando eu olho pra sua boca VERMELHA, me chamando,
gritando por um socorro que só eu sei como ajudar.
Então eu me entrego e me envolvo, e me perco nos seus lábios.
Viajo por mares, oceanos e planetas, e ssinto os maiores prazeres do mundo.
E depois? Depois eu volto a realidade, para sonhar com mais um beijo!
;@
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